Por Luiz Lopes*
De Curvelo/MG
Acho que todo professor de Literatura brasileira em algum momento já citou em sala de aula o texto A escrava que não é Isaura, de Mário de Andrade. Eu sempre citei-o, mesmo não tendo lido, como forma de explicar a crítica dos modernistas ao pensamento e à estética romântica. Esta semana em meio ao tumulto das mudanças e o corre-corre da “via sacra” ( meus percursos semanais: Curvelo-B.H.-Divinópolis), me deparei enfim com o livro de Mário na biblioteca do CEFET. Não hesitei e tomei-o em minhas mãos.



